A editora Arc Games e a desenvolvedora Thekla divulgaram um novo trailer de Order of the Sinking Star. Intitulado “Explore the Realm”, o vídeo apresenta o Overworld e a estrutura de exploração que conecta os diferentes mundos do jogo.
O título contará com mais de mil puzzles produzidos manualmente, dezenas de mecânicas distintas e quatro regiões principais que poderão ser exploradas sem uma ordem única. Conforme o progresso, esses mundos começarão a se combinar, dando origem a novas áreas que misturam personagens e sistemas anteriormente separados.
Confira mais detalhes das novidades a seguir, via Arc Games:
O mais recente trailer, “Explore the Realm”, destaca o Overworld do jogo – o Reino –, sua estrutura de exploração não linear, seus quatro mundos distintos e a reviravolta que eventualmente faz esses mundos colidirem entre si. Para dar vida a esse grande universo repleto de heróis únicos, o jogo conta com um elenco de atores profissionais, cuja relação completa de vozes será revelada mais perto do lançamento.
Em Order of the Sinking Star, os jogadores são transportados para um reino enigmático repleto de magia peculiar, engenhocas perigosas e monstros ferozes. Com mais de mil puzzles criados manualmente, dezenas de mecânicas distintas e centenas de horas de conteúdo único, Order of the Sinking Star convida os jogadores a entrar em um misterioso quebra-cabeça vivo.
O Overworld: o Reino da Magia e do Enigma
No coração do jogo está o Overworld, um vasto hub central que oferece liberdade total ao jogador, sem uma única maneira “correta” de avançar. A partir do ponto inicial, quatro caminhos distintos se estendem pelas direções cardeais, cada um com personagens, mecânicas, perigos e segredos próprios:
- O Norte (The Hearty Heroes of Hauling) – Acompanha um grupo eclético de aventureiros de fantasia – incluindo Guerreiro, Ladrão, Mago, Bardo, Clérigo e Druida – que administra uma empresa local de mudanças. Cada herói possui uma habilidade própria para manipular objetos e atravessar diferentes puzzles. Quando o grupo se reúne, os jogadores precisam tratar a equipe como um canivete suíço, dominando o funcionamento da ação específica de cada integrante – como empurrar para abrir caminhos, puxar para mover objetos ou se teletransportar através de bloqueios. O segredo não está apenas em saber o que cada habilidade faz, mas em compreender como combinar essas ações distintas para criar reações em cadeia envolvendo vários heróis.
- O Leste (The Mirror Isles) – Centra-se em um rico Mercador que embarca em uma viagem por um arquipélago preservado, navegando entre ilhas onde espelhos mágicos trocam instantaneamente sua posição e a de objetos com seus respectivos reflexos. Os jogadores precisam tratar o reflexo como uma ferramenta ativa, e não como uma simples cópia, alinhando ângulos para projetar o personagem até ilhas distantes. Ao usar a percepção espacial – como se afastar de um espelho para ganhar distância e alcançar pontos ainda mais longínquos –, será possível dominar a lógica de troca de posições necessária para resolver cada puzzle.
- O Oeste (The Promise) – É estrelado por um Explorador solitário que mergulha em vastas redes de cavernas subterrâneas. Para extrair gemas preciosas e atravessar essas profundezas, os jogadores utilizam cristais gigantes para canalizar feixes de luz colorida que desbloqueiam habilidades dinâmicas – como atravessar paredes sólidas, destruir rochas e ativar teletransportes de longa distância. A chave para dominar esse mundo é observar atentamente como as diferentes cores dos feixes criam oportunidades em ambientes distantes, já que energizar simultaneamente a combinação correta será essencial para abrir caminhos bloqueados.
- O Sul (Skipping Stones to Lonely Homes) – Acompanha um Marinheiro abandonado que precisa atravessar águas abertas e viajar de ilha em ilha. A movimentação depende bastante do planejamento preciso das rotas, do redirecionamento de rios e da lógica de pedras que ricocheteiam sobre a água. Os jogadores devem analisar os possíveis trajetos de enormes pedras saltitantes e de nenúfares utilizáveis como transporte, calculando cuidadosamente onde as pedras irão pousar e em quais direções os nenúfares devem deslizar pelas vias de água redirecionadas.
Caso encontrem um puzzle particularmente difícil em uma das rotas, os jogadores poderão voltar livremente e explorar outra região no próprio ritmo. Conforme o progresso, o Overworld se expande de maneira significativa, removendo gradualmente a névoa do mapa para revelar áreas ainda maiores e mecânicas de puzzle mais complexas e interligadas.
As Gold Rooms: unindo os mundos dentro do Overworld
Embora Order of the Sinking Star comece como uma antologia de quatro mundos separados, alcançar as “Gold Rooms” provoca uma grande mudança estrutural que faz esses mundos colidirem. Concluir uma Gold Room cria uma ligação entre dois reinos distintos, coloca seus personagens frente a frente e desbloqueia seis grandes áreas formadas pela combinação de dois mundos.
Essas zonas híbridas entrelaçam linhas narrativas completas e sistemas de puzzles – como combinar os feixes de luz do Explorador com os espelhos mágicos do Mercador ou levar a equipe de mudanças até as pedras saltitantes do Marinheiro –, criando possibilidades de jogabilidade em múltiplas camadas e mostrando que o Overworld guarda muito mais do que aparenta inicialmente.
Order of the Sinking Star será lançado em 8 de outubro de 2026 para Nintendo Switch 2, PlayStation 5 e PC.
Confira o trailer “Explore the Realm” a seguir:


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