Hoarder
Acumular é possuir. Possuir é controlar. Mas até que ponto é possível controlar a verdade?Hoarder começa como um aparentemente tranquilo simulador de limpeza. O objetivo inicial é simples: organizar e esvaziar uma casa abandonada...
Acumular é possuir. Possuir é controlar. Mas até que ponto é possível controlar a verdade?
Hoarder começa como um aparentemente tranquilo simulador de limpeza. O objetivo inicial é simples: organizar e esvaziar uma casa abandonada por um acumulador, seguindo listas de tarefas, marcadores e instruções bastante claras.
Sob todo aquele lixo, porém, existe um porão que desafia as próprias regras do espaço. Quanto mais fundo o jogador avança, mais o jogo abandona a estrutura confortável apresentada no início e transforma a rotina em algo muito mais inquietante.
A exploração eventualmente leva ao fundo do mar. Pilotando um submarino, será necessário atravessar regiões onde a luz não consegue chegar, utilizar diferentes instrumentos de navegação e recuperar objetos escondidos nas profundezas.
Ao retornar à base, tudo aquilo que foi encontrado poderá ser examinado e organizado. Nem todo objeto possui o mesmo valor, e descobrir o significado de cada peça faz parte da investigação.
A curiosidade funciona ao mesmo tempo como motivação e ameaça. Em vez de simplesmente explicar os acontecimentos, Hoarder espalha informações pelo ambiente e permite que o jogador monte sua própria interpretação dos segredos escondidos naquele lugar.
O mundo também reage fisicamente às ações do jogador. Tudo aquilo que não estiver fixado poderá ser pego, examinado, lançado ou combinado, tornando os próprios objetos parte da maneira como o mistério é explorado.








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