A Nintendo se reuniu recentemente com seus investidores para compartilhar seus resultados financeiros e planos para o ano fiscal vigente.
Em um momento de sessão com perguntas e respostas para seus acionistas, ela foi questionada se poderia abrir mão da rentabilidade (margem de lucro) do Nintendo Switch 2 em prol de priorizar aumentar sua base instalada – ainda que acumulasse prejuízo na venda do hardware.
O presidente Shuntaro Furukawa respondeu:
(Nota do editor: Tradução mecânica, pode conter erros)
Questão 4
Pergunta: Se a alta do preço de memória continuar, vocês disseram que pode pressionar a rentabilidade do hardware a partir do próximo ano fiscal. A política histórica é não vender hardware no prejuízo. Mas agora parece um momento em que precisam popularizar o Switch 2. O que será priorizado: ampliar a base instalada ou garantir rentabilidade do hardware?
Resposta (Furukawa):
O aumento atual do preço de memória tem ocorrido mais rápido do que esperávamos, mas, em geral, a rentabilidade de hardware tende a melhorar conforme a produção em massa avança; no Switch 2, queremos promover reduções de custo via escala o máximo possível.
Sobre “não vender no prejuízo”: o ponto que observamos é a rentabilidade global. Há vários fatores externos, como câmbio, e queremos evitar, tanto quanto possível, uma situação em que cada unidade vendida gere prejuízo no agregado global.
O ambiente externo atual é difícil de prever, e não consideramos adequado reagir demais a movimentos de curtíssimo prazo. O 2º e o 3º ano do Switch 2 são períodos muito importantes: com a base instalada crescendo, é possível ampliar significativamente as vendas de software. Na tomada de decisão, vamos considerar esses aspectos e avaliar opções com flexibilidade.


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