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Análise

Análise – Tomb Raider: Definitive Edition

A primeira grande aventura da vida de Lara Croft, finalmente num console Nintendo

por Ary Luz
12 de dezembro de 2025 às 12:29
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Se vocês já leram qualquer outra análise envolvendo Tomb Raider, sabem que Lara Croft é minha personagem favorita. E de surpresa, a Aspyr lançou no mês passado Tomb Raider: Definitive Edition, o reboot da franquia, pra Switch e Switch 2.

Sobre Tomb Raider: Definitive Edition

Tomb Raider Definitive Edition 07Não dá para falar desta versão de Tomb Raider sem falar das origens. Tudo começou lá em 1994, quando um grupo de seis pessoas da Core Design começou a desenvolver um jogo inspirado por Indiana Jones. Originalmente pensado para ser um jogo com protagonista masculino, um dos fundadores da equipe mostrou preocupação com acusações de plágio, e uma das primeiras protagonistas femininas, e a mais icônica delas, surgiu.

Originalmente Laura Cruz, Lara Croft seria latina, mas a equipe temeu que a recepção pudesse ser duplamente ruim, então fez dela britânica. Somando a jogabilidade única de Tomb Raider e o sex appeal dos seios triangulares de Lara Croft, o primeiro jogo foi lançado em 1996, e foi um sucesso. Tanto que exigiram mais e mais e mais da equipe, que tinha que lançar um jogo por ano a partir daí.

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Nos sete anos seguintes, um jogo de Tomb Raider foi lançado, até que Angel of Darkness, o último dessa sequência, saiu tão quebrado, que isso afetou a percepção do público, obrigando a Eidos, publisher dos jogos até então, diminuir a pressão sobre a Core Design e dar mais tempo entre os jogos.

Além da Core Design, jogos da franquia já foram desenvolvidos por Aspyr, Crystal Dynamics, Eidos e Square Enix, e já teve jogos lançados pela Eidos, Square, Microsoft e Aspyr, além de um futuro jogo, a ser lançado pela Amazon Games.

A franquia normalmente é dividida em quatro trilogias de jogos, vários spinoffs, além de um número absurdamente grande de quadrinhos e livros, além de três filmes, uma série animada pela Netflix, cuja segunda temporada está chegando, e uma série live action que virá pela Amazon Prime provavelmente ano que vem, que terá Sophie Turner (consida por ter feito Sansa Stark em Game of Thrones) no papel de Lara Croft, e promete ser a unificação de todos os cânones (que são inúmeros).

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Tomb Raider: Definitive Edition é a versão definitiva (duh) do reboot da franquia. Lançado em 2013, o jogo foi desenvolvido pela Crystal Dynamics e publicado pela Square Enix Europe. Ele é seguido por Rise of the Tomb Rider e por Shadow of the Tomb Raider.

A versão remasterizada, esta da qual falamos, foi lançada para PS4 e Xbox One em janeiro de 2014, ano passado para o Windows e chegou agora ao Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. Não temos como saber se há algum port das sequências em andamento no momento, já que o lançamento foi sem nenhum aviso prévio, então só nos resta aguardar.

História

Tomb Raider Definitive Edition 06Tomb Raider: Definitive Edition reimagina as origens de Lara Croft. Na franquia original, nós conhecemos Lara já no auge: ela tem 28 anos, é rica, forte, segura, poderosa, não tem nenhum respeito por culturas antigas e faz qualquer coisa por uma peça nova para sua coleção. Ela já foi pesquisadora, soldado, dublê de mulher gato e uma versão feminina de Tom Cruise em missão impossível tanto quanto uma de Indiana Jones, mas sabemos pouco sobre como ela se tornou isso tudo.

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Aqui, a gente começa a descobrir. Recém-formada em Arqueologia, Lara embarca no Endurance rumo ao reino perdido de Yamatai. Depois que a expedição original perdeu seu investimento, a colega de quarto de Lara na faculdade (historiadores diriam que elas eram melhores amigas), Samantha Nishimura, a Sam (palavra que você mais vai ouvir da boca da nossa heroína no jogo), convence sua família a investir na expedição, alegando que poderia filmar um documentário histórico que também atendia aos interesses da sua família, já que Sam é descendente direta de Himiko, a lendária rainha de Yamatai.

A expedição é liderada por James Whitman, um arqueológo da TV, e a equipe toda se completa com Roth, amigo da família Croft e mentor de Lara desde a infância, tendo assumido o papel de pai depois que o dela morreu, Reyes, a mecânica da equipe sem tempo pra besteiras, Jonah, um pescador maori que é um gigante gentil, Grim, o capitão do Endurance, e Alex, o nerd residente, que aceitou ser especialista eletrônico da equipe em troca de se esconder da polícia após ter sido pego hackeando contas bancárias.

Apesar dos alertas de que aquela área era sujeita a naufrágios (e depois que você chega na ilha, descobre que há séculos de barcos naufragados por ali), Lara convenceu Grim a tentar navegar pelo Triângulo do Dragão, o que deu e não deu certo ao mesmo tempo: lado positivo: Yamatai não é uma lenda, Lara estava certa, e a expedição encontrou a ilha; lado negativo: eles naufragaram, não têm um navio mais, dificuldade de comunicação com o mundo exterior e está todo mundo ferido.

Quando Lara Croft recobra a consciência, depois de ser apagada por alguém ao se salvar do mar e chegar na ilha, ela descobre um culto da deusa do Sol Himiko chamado Solarii e confirma que de fato chegou aonde queria. Ela se encontra com Sam, que está com um cara chamado Mathias. Ela e Mathias são pegos pelos cultistas e levados ao encontro das outras pessoas do Endurance.

Tomb Raider Definitive Edition 05Depois de se libertar, matar seu primeiro homem (e vários depois), Lara encontra Roth, que está machucado, e sobe até o topo da torre de rádio para tentar pedir socorro. Após conseguir comunicação com um avião e definir um sinal visual, logo quando o resgate está chegando, Lara ouve uma voz em japonês dizendo “Vocês nunca sairão” enquanto uma tempestade se forma do nada, e o avião é atingido por um raio.

Vários eventos na ilha acontecem que fazem Lara, totalmente cética e tentando buscar explicações científicas no início, começar a acreditar que há algum poder sobrenatural em Yamatai que impede que qualquer pessoa saia.

Pra piorar, Lara descobre que Mathias é, na verdade, o líder do culto que os prendeu, e que eles sequestraram Sam para sacrificá-la para Himiko.

Muitas coisas acontecem, e Lara basicamente passa o jogo todo para lá e para cá na ilha, atirando em todo mundo que aparece, coletando relíquias, explorando tumbas (o jogo se chama Tomb Raider, né?) e procurando por Sam enquanto tenta sobreviver nessa ilha. A menina é basicamente o Rambo, se o Rambo soubesse escalar com um machado picador de gelo.

Muitos fãs antigos da franquia não gostaram da história. Não gostam de ver sua antiga heroína, forte e sagaz, tomando atitudes idiotas e chorando o tempo todo, mas se esquecem que toda história teve um início, e, apesar de fazer retcon (mudar o que era estabelecido pelo cânone anterior) em alguns aspectos, é uma sólida história de origem para ela. Ver sinais da Lara que todo mundo conhece e ama surgindo na Larinha é uma coisa muito legal de ver. Eu entendo os pontos de vista dissoantes, mas discordo. Lara não teria se tornado a Lara que a gente conhece e ama se não fossem as experiências de sobrevivência que ela teve nessas primeiras aventuras dela. Ninguém nasce experiente, e apesar de todos os seus privilégios, ela genuinamente sofreu traumas pesados desde cedo, com a morte da mãe, do pai, e depois do seu mentor.

A história do jogo é sólida, embora pouco inovadora. Ela tem algumas reviravoltas interessantes, outras óbvias. O final é aberto, e dependendo de se você leu os quadrinhos ou os livros que vieram depois, algo diferente aconteceu, mas no geral, serve como um bom primeiro passo na construção de uma visão nova de uma personagem clássica.

Outro ponto positivo é que há um respeito muito maior pela cultura que inspira o jogo. Ao contrário dos jogos da série original, que até tiveram que receber um alerta de racismo no começo dos remasters, Tomb Raider: Definitive Edition traz um cuidado muito maior com a cultura que é o pano de fundo para o jogo.

Yamatai foi um reino real, com registros chineses de sua existência, cuja localização nunca foi encontrada. Himiko foi uma rainha-xamã de verdade da Yamatai original, que viveu no primeiro século da nossa era moderna, e embora ela nunca tenha sido conhecida como Rainha do Sol (a mais famosa deusa do sol japonesa é Amaterasu), nem tenha sido atribuído a ela o poder de comandar tempestades, ela existiu. O japonês falado pelas pessoas também é correto, são frases reais, num dialeto antigo, e embora a época do dialeto e de várias das peças arquitetônicas e das armaduras de alguns membros da guarda de Himiko tenham incorreções históricas, ainda são coisas realmente vindas da cultura japonesa, de períodos históricos, e enriquecem o jogo.

Jogabilidade

Tomb Raider Definiive Edition 03Tomb Raider: Definitive Edition é bem diferente do que era habitual na série clássica. Em vez de espaços apertados e tumbas de civilizações antigas, a maior parte do jogo se passa em área aberta na ilha. Em vez de segredos e quebra-cabeças que te levam à próxima parte de algum talismã, desta vez você faz isso em busca da sobrevivência.

[T-06]Exploração[/T-06]No campo da exploração de Yamatai, como se Tomb Raider aplicasse a carta Reversa do Uno em Uncharted, e para alguns fãs mais puristas da série, o reboot de 2013 se encaixaria mais no universo deste jogo que de Tomb Raider em si. Eu acho que tem um pouco de verdade nisso, mas isso não tira o brilho do jogo. Diversas franquias precisaram se reinventar para dar conta dos novos tempos, e Tomb Raider não foi diferente. A forma anterior estava cansativa e repetitiva, e as vendas dos últimos jogos antes deste estavam em queda, então, as mudanças foram uma tentativa inicial que foi uma sólida base para o que viria depois. Minha única crítica, algo que foi corrigido nos jogos seguintes, é que o jogo é pouco sobre explorar tumbas e mais sobre só tentar sobreviver, encontrar Sam e voltar pra casa com quem for possível. Na verdade, se você ignorar as tumbas opcionais, a ilha é a gigantesca tumba de Himiko, mas é a única que você de fato precisa explorar. Mas elas existem, e muitas delas oferecem os melhores puzzles do jogo, então, recomendo explorar bastante se o que você quer é a experiência mais clássica.

Conforme você vai avançando na jornada, vai encontrando armas novas, começando com seu arco, e cada atividade que você faz te dá experiência, que pode ser utilizada para comprar habilidades novas nos acampamentos. Outra coisa que você pode fazer neles, além de salvar seu jogo e viajar para outros acampamentos na ilha rapidamente, é melhorar suas armas. Conforme você xereta em todos os cantos de Yamatai, você encontrará peças e partes que te permitirão ter armas cada vez melhores e mais potentes.

Tomb Raider Definitive Edition 08

[T-06]Habilidades[/T-06]As habilidades de Lara são divididas em três categorias: Sobrevivente, Caçadora e Combatente.

Sobrevivente aumenta suas chances de sobrevivência, como marcando mais coisas importantes no seu mapa, te permitindo recuperar flechas dos corpos dos alvos e te dando mais itens coletados de procurar nas coisas. Caçadora essencialmente te dá proficiência cada vez melhor com suas armas. Você tem mais tempo para atirar, pode carregar mais munição e aprende a executar inimigos caídos. Já com Combatente, você se torna um osso mais duro de roer, seja com mais vida, começando a bater com seu machado picador de gelo, ou aprendendo a se esquivar e lutar sujo.

Esse elemento RPG é uma adição muito bem-vinda e cria uma experiência de certa forma única. Mesmo que no fim das contas, você tenha todas as habilidades, o processo de adquir cada uma delas, e a ordem também, faz com que cada vez que você recomeça o jogo, sua jornada seja levemente diferente. Elas também refletem o crescimento de Lara como pessoa, já que ela precisa aprender cada uma das habilidades disponíveis para se tornar a grande Lara Croft.Tomb Raider Definiive Edition 01

[T-06]Armas[/T-06]Outra coisa que você pode fazer no acampamento é melhorar as armas que você encontra pelo caminho. Estranhamente, você não pode pegar armas de qualquer inimigo, você adquire cada uma delas, e suas melhorias mais essenciais, em pontos específicos da história.

A arma símbolo da nova versão da Lara Croft é o arco, e além de atirar em inimigos e botar fogo em coisas, ele também é usado para criar pontes de corda em diversos pontos.

As outras armas disponíveis são pistola, escopeta e rifle. Cada uma delas tem suas evoluções e melhorias, e, novamente, a ordem em que você escolhe gastar seus fragmentos pra melhorar suas armas vai definir o tipo de aventura que você terá. Mas é importante balancear um pouco, já que alguns inimigos não podem ser mortos por armas específicas. Por exemplo, inimigos de armadura não sentem cócegas com a flecha, então, é sempre bom ter uma arma secundária à mão para alternar com sua principal. Munição também é uma questão, já que, dependendo do nível de dificuldade, a oferta é menor, portanto, cada bala precisa contar, e mais armas disponíveis significam mais tiros disponíveis.
Tomb Raider Definiive Edition 04

[T-06]Multiplayer[/T-06]

Antes de mais nada, até que um patch venha (atualizaremos aqui se acontecer),
NÃO TOQUE NO MULTIPLAYER.

O modo multiplayer no momento está causando um bug que quebra o jogo. Se você tentar jogar online, ao voltar para seu save padrão, encontrará uma Lara Croft amnésica: ela vai ter esquecido todas as habilidades, perdido todos os upgrades para as armas (embora a arma se mantenha no seu estágio atual), e nem os pontos de habilidade, nem os fragmentos, são recuperados. Se você estiver em algum lugar que alcance um acampamento, pode tentar fazer a dura jornada de ganhar pontinhos de experiência de novo e ir subindo as coisas, mas sem todos os inimigos e sem todos os recursos, é quase impossível, e em muitos momentos, você vai estar numa área impossível de sair, por exemplo, sem a flecha com corda, que foi o meu cas. A única solução atual é apagar seu save e começar de novo sem nunca passar perto do multiplayer ou esperar por um patch sair. O bug acontece tanto no Switch quanto no Switch 2.

Dito isso, há um modo online que é uma boa ideia, mas com execução limitada. Eu não consegui jogar, porque em nenhum dos momentos em que eu tentei, eu encontrei gente suficiente para uma partida (precisa de no mínimo 4 pessoas), mas eu vi vídeos de pessoas jogando só pra explicar como funciona (embora, repetindo, você não deva tentar agora).

Há modos diferentes de jogo, e em todos eles, você fica ou do lado da tripulação do Endurance, ou do lado dos Solarii (os soldados de Himiko). Você pode ter que resgatar algo, coletar recursos ou simplesmente sentar o dedo em todo mundo do outro lado, e conforme você vai coletando recursos e ganhando experiência, sobe de nível, desbloqueia novas armas, novos equipamentos no geral e novas personagens.

Parte Técnica

Tomb Raider Definiive Edition 02Tomb Raider: Definitive Edition tecnicamente, seria um port do remaster de 2014, e não do jogo original. Entretanto, o que temos é, na realidade, um meio do caminho entre as duas versões, é mais o jogo de 2013 mais polido do que a Edição Definitiva em si.

O jogo se chama “Edição Definitiva”, mas o modelo das personagens é o da versão original (houve uma mudança de uma pra outra – eu prefiro a primeira). Você tem mais opções de roupas, um artbook com várias imagens de conceito, visão geral e 3D dos modelos das personagens, e mais alguns bônus.

Eu elogiei bastante a qualidade dos ports anteriores da Aspyr pro Switch, mas o trabalho aqui poderia ser melhor. Não me entenda mal, o jogo ainda é lindo. Há várias cenas de tirar o fôlego, e a Lara nunca teve tantos polígonos num console da Nintendo. Mas quando você compara com as versões anteriores, percebe claramente uma queda de qualidade. Os efeitos do cabelo da Lara, tão revolucionários na época, não estão presentes. Muita da definição das coisas ao longe, também. Algumas luzes, sombras e texturas são estranhas em alguns momentos, especialmente no modo portátil, e às vezes, algumas coisas demoram a carregar na tela.

Apesar disso, o jogo roda a estáveis 30 FPS no Switch e a estáveis 60 FPS no Switch 2. Há uns poucos, muito poucos mesmo, momentos em que há uma queda visível, mas é em cenas extremamente carregadas de elementos. Para além disso, não notei melhoria gráfica significativa no Switch 2, as coisas só carregam mais rápido.

Outra bola fora é como deixaram de aproveitar os recursos do console. Se era pra lançar o jogo assim, por que o lançamento não foi há quatro ou cinco anos? Por que esperaram sair o Switch 2 pra fazer isso, se não iam usar os recursos que o console melhorado tem?

E falando do próprio Switch, também há decisões aqui que não entendo. A tela de toque funciona, o que é muito bom, e acelera o processo de usar alguns menus no modo portátil, mas o que não entendo mesmo é: se implementaram o controle por movimento, por que raios usaram isso só na hora de virar e revirar relíquias, e não para combate? O Switch tem a ferramenta perfeita para você entrar em combates armados; poderíamos mirar com o sensor de movimento, não apenas com o analógico, e usar isso só para ver os dois lados de uma moeda ou ler o que está escrito na etiqueta de um brinquedo antigo é uma oportunidade desperdiçada.

A parte sonora do jogo é incrível, contribui bastante para a imersão, e os sons estão limpos, claros e bons. A dublagem em inglês tem os mesmos problemas de sincronização com a imagem do original, mas um pouco menos, e todos os menus e legendas estão em português, e a tradução é muito boa. Há alguns problemas de explicações ilegíveis, já que em alguns momentos, a tradução é maior do que seria o original, e aí, não cabe no espaço. Em vez de diminuírem a fonte, o texto simplesmente é cortado.

Fora as questões citadas, o port é decente, faz justiça ao jogo, e para quem não tem nenhuma outra maneira de jogar, é uma ótima maneira de conhecer a primeira aventura da nova Lara Croft. Além disso, o preço é ótimo: Tomb Raider: Definitive Edition custa por volta de 100 reais, e você tem descontos progressivos se tiver um ou os dois remasters das trilogias clássicas, então, para quem tem todos, fica menos de 90 reais. O custo-benefício torna o jogo ainda mais atraente.

Conclusão

Tomb Raider: Definitive Edition foi uma grata surpresa. Apesar de algumas limitações, e de algumas questões datadas, poder viver a primeira aventura da jovem Lara Croft e sobreviver os perigos de Yamatai para voltar ao abraço da Sam é uma experiência que vale a pena em qualquer versão do Switch.

Análise feita com cópia gentilmente cedida pela Aspyr

Tomb Raider Definitive Edition Keyart
Tomb Raider: Definitive Edition
Decente
Tomb Raider: Definitive Edition foi uma grata surpresa. Apesar de algumas limitações, e de algumas questões datadas, poder viver a primeira aventura da jovem Lara Croft e sobreviver os perigos de Yamatai para voltar ao abraço da Sam é uma experiência que vale a pena em qualquer versão do Switch.
Prós
História continua boa, depois de tanto tempo, embora tenha alguns clichês
Elenco diverso, cheio de personalidade
Ambientação muito boa, grande respeito pela cultura de inspiração
Ótima origem para Lara Croft
Contras
Muitas melhorias gráficas não vieram para a versão do Switch
Subaproveitamento dos recursos do console
Bug multiplayer que quebra o jogo no momento é inaceitável
7
Tomb Raider: Definitive Edition
JogosDigitalPT-BR: Sim

Tomb Raider: Definitive Edition

Editora: Aspyr

Desenvolvedora: Aspyr

Tipo de Mídia: Digital

Tamanho do Arquivo: 26.1 GB

Plataformas: Switch 2

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Tags: analiseAspyrLara CroftNintendo SwitchReviewTomb RaiderTomb Raider: Definitive Edition


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