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#Artigos e Colunas dos Usuários 2 – Zeldaniversário #2: The Legend of Zelda (O primeirão)

O jogo seguia em uma grande aventura, você encontrava outras cavernas e algumas “casas” com um mini game chamado “Money Making Game” onde você escolhia um entre três rupees, e dependendo de qual você pegar, poderia ganhar ou perder dinheiro. Você também pode encontrar lojinhas com itens (cada loja têm preços diferentes, então você literalmente poderia pesquisar e ir anotando os menores preços), escadas que te levam a lugares que são um segredo para todos (IT’S A SECRET TO EVERYBODY), mais cavernas com espadas, dungeons e paredes que você pode explodir, revelando mais cavernas.

Basicamente você descobriu um esconderijo de um monstro não leal ao Ganon, que te paga para que você não o entregue
Isso foi uma bomba explodindo
SEMPRE PEGUE O CORAÇÃO!

Ainda me lembro do dia em que descobri que dava pra explodir paredes e achei um velho que me dava um coração de presente (NUNCA escolha a poção!), me senti a pessoa mais “legal” do mundo e cheguei a fazer um mapa numa folha sulfite só pra registrar quais paredes eram quebráveis no overworld e o que tinha em cada uma delas, principalmente porque algumas caverna só têm velhos que te cobravam o conserto da porta que você explodiu (porque aparentemente eles não moram em cavernas, e você destruiu a porta da casa deles que foi camuflada de montanha para despistar os monstros).

Uma coisa que dificultou a todos, é que o jogo é super mal traduzido, a ponto de alguns textos que eram ótimas dicas na versão japonesa, viraram enigmas indecifráveis no ocidente. (Ex: “Você não pode usar flechas sem rupees” virou “EASTMOST PENNINSULA IS THE SECRET” no ocidente, tipo… QUÊ?!)

Nunca terminamos o jogo naquela época, a primeira vez que consegui passar da última dungeon e matar o Ganon de vez foi no port pra Game Cube em uma coletânea de aniversário (Que fiz de tudo pra conseguir porque tinha Ocarina e Majora, e meu N64 havia queimado, e o Phantom System ficou com meu pai, impossibilitando-me também de jogar Zeldinha), mas nos divertimos horrores sempre que jogávamos.

Seu objetivo nesse jogo é pegar os pedaços do Triforce, todos eles estão escondidos em dungeons. Nesse jogo elas não têm puzzles mirabolantes, basta você ir visitando as salas, matando inimigos, conseguindo chaves, explodindo paredes, empurrando blocos e pegando tesouros, mapas e a bússola que te mostra onde está o Triforce.

Cada uma das dungeons tem um “Level“, que indica sua dificuldade, mas você não precisa seguir uma ordem certa.

A diferença aqui é que o ponto fraco dos chefões não são os tesouros que você pegou naquela dungeon, como acontece nos Zeldas atuais (“Olha só, peguei um Hookshot, com certeza vou usar ele pra expor o ponto fraco do chefão daqui!”). Aliás, os únicos tesouros essenciais são as bombas, o Arco, as Flechas de Prata, a Escada, a Flauta Doce e a Jangada.

Adoro essa arte do Link com todos os itens, queria ver algo assim ingame

No fim da dungeon, você encontra um dos pedaços do Triforce, que recupera todos os seus corações e te teleporta pro overworld.

Yay!

Um outro detalhe interessante é que você pode usar chaves de uma dungeon em outra. Você até as encontra elas à venda nas lojas.

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