Maestro transforma você em um maestro de orquestra, usando os Joy-Con para reger músicas de diferentes estilos. A variedade do repertório e dos movimentos torna a experiência divertida e desafiadora, mas os problemas no reconhecimento dos gestos prejudicam justamente o aspecto mais importante do jogo: a sua proposta.
Uma orquestra para todos os gostos

O repertório vai da música clássica a trilhas sonoras épicas, incluindo Duel of the Fates, de Star Wars. Danse Macabre e Winter, de Vivaldi, também estão entre minhas favoritas. A variedade de movimentos deixa as apresentações mais divertidas, enquanto as informações sobre cada composição são um ótimo complemento para quem gosta de conhecer a história por trás das músicas.
Desbloquear novos acessórios, como luvas e batutas, é um incentivo simpático, embora não altere a jogabilidade — apenas os visuais. Já nas dificuldades Hard e Expert, reger a orquestra realmente faz você se sentir um maestro de verdade.
Quando os gestos não acompanham a música

O maior problema está no reconhecimento dos movimentos. Gestos rápidos e sequências consecutivas frequentemente falham, e os crescendos são especialmente frustrantes: basta inclinar os Joy-Con para que a conexão se perca e a execução seja prejudicada.
Também senti falta de uma opção para ouvir as músicas sem precisar jogá-las. E o tutorial é entediante quando você só quer relembrar os movimentos, obrigando você a rever cenas em vez de consultar rapidamente os comandos.
Uma bela sinfonia fora de ritmo
Maestro tem um repertório excelente e uma proposta altamente envolvente e funcional, relembrando os tempos de Guitar Hero, mas com uma pegada diferente. Porém, os controles imprecisos atrapalham demais a experiência. É frustrante quando você sabe reger a música, mas o jogo não reconhece seus movimentos.
Chave de análise gentilmente cedida pelos produtores



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