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The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Sequência) – Patentes podem ser dicas para alguns dos recursos aprimorados na jogabilidade

Voo com maior liberdade e uso de arco no ar são novidades,

Prometida para chegar em algum momento de 2022, a sequência de The Legend of Zelda: Breath of the Wild (ainda sem título definitivo) até agora contou com dois trailers que pouco nos trazem informações sobre os aprimoramentos em relação ao seu predecessor além da expansão para os céus de Hyrule e algumas mecânicas inéditas.

Contudo, uma série de patentes registradas pela Nintendo no WIPO (World Intellectual Property Organization), pode dar um aperitivo do que a companhia está fazendo para aprimorar ainda mais a jogabilidade do título que é sequência do jogo sagrado como “Game of the Year” no The Game Awards de 2017. Confira a seguir as imagens dessas patentes e uma breve explicação sobre cada uma delas:

Imersão nas Ilhas Flutuantes

Nessa primeira patente (20210370175) podemos observar as condições que são necessárias para que o protagonista Link possa imergir de alguma parte do solo para a superfície das ilhas flutuantes espalhadas nos céus de Hyrule. É possível notar que não há um ponto específico de partida, e que a ilha pode ser acessada de baixo para cima em qualquer local desdequeo ângulo do terreno seja próximo de algo plano (mesmoem diagonal) — e não um ponto pré-programado.

Habilidade de Paralização e Volta no Tempo

Já exposto no trailer anterior, a patente (20210370178) acima traz à tona o mecanismo que permite ao protagonista Link “voltar” no tempo por um breve momento para realização de ações combinadas com a Sheikah Slate em determinados objetos — seja para solução de quebra-cabeças ou até mesmo para emboscar e vencer inimigos. Nessa habilidade, o objeto volta do ponto de chegada para o ponto de partida enquanto um “medidor” se esvazia.

Queda Livre e Combate Aéreo

Por fim, a patente acima (20210370179) traz então uma outra novidade interessante para o jogo, que é a possibilidade de realizar uma queda livre com o Link enquanto performa ações no ar. De acordo com essa patente, o personagem poderia se virar em diferentes direções — incluindo de costas para o chão — e até mesmo utilizar o arco nessas variadas direções para que ainda mais ações possam ser realizadas durante os hipotéticos combates aéreos. Esse mergulho no ar é uma inspiração direta dos acrobatas paraquedistas que se utilizam das manobras para controlar sua velocidade de queda após saltar dos aviões.

Até o momento, a Nintendo não confirma nenhuma dessas informações, nos restando aguardar pelas novidades oficiais.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild é um título exclusivo do Nintendo Switch agendado para chegar em algum momento de 2022.

Fonte Gamereactor
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